quarta-feira, 10 de junho de 2009

Descanso ou trabalho?

O feriado finalmente chegou!
Não sei se fico feliz ou triste. De uma forma ou de outra, terei muita coisa para fazer. Tantos trabalhos, tantas obrigações... preciso de criatividade e calma para conseguir dar conta de tudo isso.
Tenho que terminar minha Iniciação Científica até o final do mês e ainda falta muito para conseguir terminá-la. Criatividade, por favor, seja generosa comigo!!
Bem, mas não vou ficar reclamando... eu me comprometo a fazer muita coisa, quero abraçar o mundo e depois fico estressada com a quantidade de obrigações a fazer.
No fim, tudo gera resultados bons... vale a pena sofrer um pouco para depois ter momentos de glória e de prazer.
Ultimamente, ando meio decepcionada com as estruturas da universidade. Por mais que a gente se esforce ao máximo, tente dar o melhor e mostrar criatividade, a burocracia vigente nas instituições servem, de certa forma, para nos desanimar de toda a empolgação que a entrada na universidade proporciona. Tenho medo, muito medo, de terminar meu curso sendo uma pessoa acomodada e concordando com tudo o que o sistema oferece. Espero não me perder no meio do caminho...

sábado, 6 de junho de 2009

Entrevistando um ídolo

Olá!
O post de hoje é dedicado a uma matéria que escrevi ano passado sobre o vocalista de heavy metal, Andre Matos. Em julho do ano passado, durante uma visita do cantor a Ponta Grossa, com a turnê do seu primeiro álbum solo, Time to be free, consegui entrevistá-lo e realizei um dos sonhos da minha vida. Nossa, já faz quase um ano que isso aconteceu e parece que faz tão pouco tempo. Decididamente, nunca esquecerei o que aconteceu!
O mais engraçado de tudo é que realizei esta entrevista no primeiro ano da faculdade, com total inexperiência. Fui "com a cara e a coragem"!
Bem, o resultado da entrevista ficou legal e, em agosto do ano passado, consegui publicá-la na Gazeta ALT, caderno que sai todos os domingos na Gazeta do Paraná. Para quem quiser saber mais sobre esse caderno de Jornalismo literário, o site é o seguinte: http://blogdoalt.wordpress.com/

A entrevista está neste link aqui:
http://blogdoalt.files.wordpress.com/2008/08/gazeta-alt-ed26-17-08-08-visualizacao.pdf

Aguardo a opinião de vocês!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Recomeçando...

Começar. Recomeçar. Voltar atrás. Tentar tudo novamente! Aqui estou, tentando me redimir do esquecimento e da negligência que tive com esse blog...
Tempo...sempre o tempo: responsável por tudo!
As coisas não andam muito sossegadas para mim. A vida de universitária está tomando quase meu tempo integral e, confesso, acabei deixando algumas importantes de lado. Uma delas é o meu blog.
Muita coisa mudou do ano passado para cá. Na correria do dia-a-dia, acabo não enxergando todas as mudanças, mas quando paro para analisar minha vida, percebo como os ares mudaram.
Acho que nunca amadureci tanto como aconteceu neste último ano. As preocupações de adultos, antes tão distantes do meu pensamento, bateram à porta do meu ser.
Ah que saudades da época em que eu dormia sossegadamente à tarde, sem me preocupar com trabalhos e compromissos! Quanta falta sinto das brincadeiras com meus primos e amigos, dos jogos de tênis de mesa, das tardes em que eu assistia animês e me imaginava como uma das personagens, das idealizações pueris...
Aquele futuro que eu imaginava antes chegou!
E agora, sonho ou vivo?
Analisando-me atualmente, percebo que me tornei uma pessoa mais realista, mais prática que sonhadora. Isso não significa que eu não sonhe, é evidente que isso acontece e, se não acontecesse, eu teria que me preocupar seriamente com meus rumos, mas eu já não consigo imaginar um futuro sólido como fazia antes. Eu pensava muito em como eu seria quando tivesse 18 anos e agora eu tenho quase 19 já. O que mudou? Será que eu mudei?
Ainda sou jovem e creio que minha experiência de vida seja pequena demais, mas, no momento, considero que é melhor construir meu castelo aos poucos, tijolo por tijolo, do que planejá-lo de forma babilônica e depois perceber que ele não passa de um castelo de areia, que pode cair com o primeiro vento que bater.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Resposta

A curiosidade habita a minha vida desde a infância... ela me faz seguir em frente, mas também me faz voltar a cabeça para o passado em determinados momentos. É como uma chama que me consome e que não permite que eu deixe as coisas quietas. Talvez seja pelo excesso desse sentimento que eu escolhi a minha futura profissão de jornalista...
Em alguns momentos, eu me sinto extremamente mal por não conseguir a explicação de determinadas coisas, mas sei que esse problema não é exclusivamente meu, outras pessoas também odeiam deixar marcas para trás.
Todo mundo tem o direito de receber explicações, ainda mais quando os problemas os envolvem! Não que as explicações detalhadas sempre mudem a situação vigente, mas elas ajudam a abrandar a alma, a resgatar o sossego, a abrir os olhos para o conhecimento.
O fascínio da descoberta me encanta, pois ele permite que eu não me acomode e busque entender as coisas, entender os sentimentos, entender a vida de alguma maneira!

sábado, 4 de outubro de 2008

E o tempo voa...

Ultimamente tenho me questionado muito sobre a vida, sobre o sentido que ela tem e sobre o valor que atribuímos a ela.
Nossas vidas passam tão rapidamente dentro desse turbilhão da modernidade. Vivemos tão cheios de tarefas, de responsabilidades, de dúvidas e incertezas que acabamos deixando de lado as pequenas coisas, aquelas coisas prazerosas, que podem até não contribuir de forma explícita para nossa existência, mas que sem elas, parece que nos falta alegria.
Admirar as flores, sentir o vento soprar nos cabelos, meditar, ler um livro por puro prazer e aproveitar alguns momentos de forma descompromissada, lembrando dos bons momentos que passaram e sonhando com os que poderão vir. Ah! Como eu queria fazer isso todos os dias!
No meio de tantas coisas, viramos espécies de robôs, pois deixamos muita coisas passarem e não filosofamos sobre elas, não fazemos uma auto-crítica, não gritamos, nos calamos...
Escrevendo tudo isso, uma tela vem à minha cabeça. Lembro da pintura de Goya em que ele retrata Saturno(tempo) comendo seus filhos com voracidade, sem piedade.
É isso que o tempo faz com a gente, somos devorados a cada momento e nem ao menos percebemos...

sábado, 20 de setembro de 2008

Olá!
Hoje estou postando pela primeira vez no meu blog, melhor dizendo, hoje é a primeira vez que tomo coragem de criar um blog. Há tanto tempo tenho vontade de escrever sobre o que penso, sobre o que sinto, sobre o que vale a pena se escrever, mas confesso que fui negligente com a minha própria vontade, sempre adiando a criação de um espaço para a exposição das minhas palavras.
Talvez eu não seja tão boa com as palavras e não consiga convencer com o que escrevo, mas vou dar um passo por vez e vou, primeiramente, mostrar porque estou aqui!
Espero que vocês comentem, critiquem e me dêem dicas para que haja um diálogo, para que haja um crescimento intelectual de ambas as partes.
Bem, agora vamos ao texto...
=)




Qual é o futuro do rock?

Semana passada estive em um show do Scorpions em Ponta Grossa e admito que me impressionei com o que presenciei naquela sexta chuvosa e fria. As más condições climáticas não impediram que quase 20 mil pessoas comparecessem ao show de uma banda histórica, diria até mesmo, lendária. Não é à toa que dizem que o público do rock é o mais fiel, o mais entendido sobre o assunto.
Na multidão via-se jovens, crianças acompanhadas de seus pais e pessoas mais experientes, provavelmente fãs do Scorpions desde o princípio de sua carreira. Antes de o show começar fiquei analisando as diferentes faces do público, os olhos cheios de entusiasmo e expectativa, cada um com uma história de vida diferente, com diferentes pensamentos e modos de agir, mas com uma paixão em comum: o bom e velho rock'n roll!
Eu não fugia à regra, pois também era uma das fãs ansiosas pelo show, porém naquele momento comecei a me questionar sobre como será no futuro, se serei assim como aqueles quarentões animados com aquilo tudo, se no futuro as bandas também terão uma história de conquistas e derrotas, independente apenas do fator econômico, do que a mídia em geral exige.
Não sou crítica musical, estou longe dessa função; sou apenas uma aspirante a jornalista apaixonada pela boa música, porém tenho a impressão de que algumas bandas atuais, principalmente as que estão mais em voga, não têm um caráter transformador, não transmitem uma verdadeira energia ao público, aquela energia que pude sentir e ver no dia do show do Scorpions. Não estou falando que as coisas que estão surgindo agora são ruins, não pensem isso. Minha dúvida é quanto ao rumo do rock'n roll, da música do protesto e do sentimento.
Espero que as bandas do futuro espelhem-se nos gigantes, naqueles que animam enormes platéias, que fazem com que pessoas tão diferentes convivam em plena harmonia.
Sinceramente, espero ser como aqueles "coroas" que vi no futuro!


E viva o rock!!!^^